Já passaram vinte e nove anos desde o meu primeiro choro.
É certo que tudo passou rápido de mais, mas não é errado que eu tenha vivido cada fase da minha vida com uma intensidade que está ao alcance de poucos. Errei e exagerei, é certo, mas tudo fruto da idade. Importante é que sou feliz desde que nasci.
Nunca, em momento algum, deixei de pensar em mim e nos meus. Não agi, fosse qual fosse a idade, de modo a envergonhar quem me ama. Não violei os princípios que me foram vincando ao longo da vida. Hoje, com vinte e nove anos, agradeço por ser como sou. Tenho defeitos, é claro, mas sou genuíno. Não ando no mundo por ver andar ninguém. Sou dono da minha maneira de ser e de estar, a minha personalidade, mesmo sujeita a críticas, é uma coisa de que muito me orgulho.
Vivo um dia de cada vez e tento aprender com todos os que me rodeiam. Sem excepções. Quem na minha vida passa é capaz de me ensinar o que quer que seja. Faço por não desvalorizar ninguém, seja ele quem for. Amo quem me faz bem, aprecio quem não me incomoda, vingo-me dos que me fazem mal e ignoro os que me invejam. Sou assim.
Valorizo o que tenho. Para mim é muito. Para mim é tudo. Agradeço, todos os dias, a Deus por me proporcionar a vida que vivo. É bom demais. Esta é a verdade. Não preciso de mais. Se morrer com o que tenho, morro feliz da vida. É certo que faltam algumas etapas, mas o que tenho, e nesta fase, é tudo. O que me falta será construído em breve e o que for construído em breve vai ter os alicerces que me seguram a mim. São os correctos. Cresci com base neles e é neles que acredito. Mal estão aqueles que duvidam da sua base.
Sábado foi basicamente o que a imagem documenta. Comer, beber, prendinhas e um fogo de artificio que era de outros, mas nós aproveitamos a oferta e agradecemos o belo fim de noite.
O meu desejo é sempre o mesmo: saúde para mim e para os meus. Do resto tratamos nós.
O meu obrigado a todos os que perderam algum tempo para me parabenizar. Pessoalmente, por mensagem ou através de conversa telefónica. Até para o ano, minha gente!
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Quase trintão!
Sábado completo vinte e nove anos de vida. Faltam menos de quarenta e oito horas para essa data. Não tarda tenho trinta anos e isso assusta-me. Ontem dei por mim a pensar nisso.
Já vivi muito, é verdade, mas o mais importante ainda está por viver e às vezes sinto que já estou atrasado. Coisa que, quem me conhece sabe, até é muito habitual em mim, mas em termos de vida agrada-me muito pouco. Gosto de ser pontual com o meu relógio biológico.
O certo é que sempre que me olho no espelho vejo um adolescente. Juro por Deus que vejo. Não consigo olhar para o meu reflexo e ver um homem com quase trinta anos. Talvez o devesse ver, mas a verdade é que não vejo e quanto mais o tempo passa mais saudades eu tenho de mim pequenino.
O mais importante é sentir perto de mim aqueles que me amam e é esse o meu maior desejo. A esses quero-os sempre por perto. Aos vinte e nove, aos trinta, aos quarenta, aos cinquentas e por aí fora. Esse é o meu único e eterno desejo.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
"Tinha-lhe dito que ia marcar"
O pai faleceu durante a tarde e Lucho entrou em campo para cumprir o que havia dito ao seu progenitor. El Comandante marcou, com toda a certeza, o melhor golo da sua vida.
Este senhor merece uma vénia. Não só dos seus adeptos, mas de todos.
És enorme.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Viva México!
Areia fina e mar quente são ingredientes de qualquer país do Caribe. O México, para além disso, tem um povo maravilhoso, uma organização extraordinária e uma cultura de perder de vista.
Antes de partir ouvi da boca de várias pessoas que uma semana naquele país era pouco e eu ouvia-os com pouca crença, mas vim com essa certeza bem vincada em mim. Uma semana é mesmo muito pouco. Quinze dias deverá ser o tempo ideal para se estar no país do Speedy Gonzalez.
O calor era gigante. Noites de trinta graus e dias de quarenta e mais graus. Um sacrifício para mim sempre que me encontrava fora de uma água que estava com quase trinta graus no mar e na piscina passava disso. Um exagero portanto.
Chichén Itzá e Xcaret foram alvos de visitas minhas e têm que ser visitas de todos aqueles que entram no território mexicano. São obras primas da natureza e do homem.
À noite os mosquitos não brincam. O repelente ajuda, mas não evita tudo. Parecem facadas e dão uma comichão como deve ser. No hotel as iguanas e os guaxinims passeavam-se como se de turistas se tratassem. Sem qualquer problema. Eu tenho pavor a répteis e as iguanas não incomodam nada, garanto. Fogem mal sentem gente perto. Os gauxinims se receberem comida de um humano podem tornar-se amigos chatos. Falo por experiência própria.
Para além dos bichos, que se suportam muito bem, o hotel é fabuloso, como todos os Bahia Principe que visitei. A praia tem um quilómetro e meio e é bem servida de bares. Sede não passam, podem ficar descansados. Os mojitos são de beber e chorar por mais. E há para lá uns outros cocktails que também se bebem muito bem. Para além do álcool existem os sumos naturais que merecem todo o meu respeito. São de qualidade garantida.
Logo que possa vou deixar-vos aqui algumas fotos para que possam ver o que eu vi do outro lado do oceano. Até lá imaginem.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
México | Dia 1
Duas horas no aeroporto de Lisboa. Dez horas no avião. Meia hora no aeroporto de Cancun. Uma hora no autocarro até ao hotel, em Riviera Maya.
Nunca vi um aeroporto funcionar tão bem quanto o de Cancun. Não sei se foi dia de sorte, mas foi uma coisa impressionante. Meia hora depois de aterrar, eu já tinha entregue a papelada, levantado as malas e já estava ao ar livre a sentir o calor na pele.
O calor mexicano é assustador. Não se explica, sente-se e é avassalador. De dia e de noite. O ar condicionado tem que trabalhar durante todas as horas do dia, no máximo, e não incomoda. Garanto.
Jantei cansado, mas deliciado. A variedade, a quantidade e a qualidade das comidas fazem, desde logo, com que tenha valido a pena atravessar o Atlântico.
A chegada ao quarto, que é lindo e virado para a piscina, fez-se depois de um passeio e de muito cansaço.
O sono foi o dos justos.
Nunca vi um aeroporto funcionar tão bem quanto o de Cancun. Não sei se foi dia de sorte, mas foi uma coisa impressionante. Meia hora depois de aterrar, eu já tinha entregue a papelada, levantado as malas e já estava ao ar livre a sentir o calor na pele.
O calor mexicano é assustador. Não se explica, sente-se e é avassalador. De dia e de noite. O ar condicionado tem que trabalhar durante todas as horas do dia, no máximo, e não incomoda. Garanto.
Jantei cansado, mas deliciado. A variedade, a quantidade e a qualidade das comidas fazem, desde logo, com que tenha valido a pena atravessar o Atlântico.
A chegada ao quarto, que é lindo e virado para a piscina, fez-se depois de um passeio e de muito cansaço.
O sono foi o dos justos.
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Não está fácil
Esta semana está a ser de loucos. Ando numa corrida infernal contra o tempo.
Estes meus dias precisavam de mais que vinte e quatro horas. Os ponteiros do relógio parecem que voam. Vai ser tudo no limite, como é prática minha, mas tudo vai ficar feito, como é também prática minha.
O que vale é que amanhã é amanhã e eu depois explico-vos o meu amanhã. À partida.
Bem, vou voltar à realidade. Até já.
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