Adoro Guimarães. A cidade e as gentes.
Identifico-me com a maneira de viver dos de lá. Invejo o amor que nutrem pela cidade. Admiro a forma como vivem o clube. Apaixono-me sempre que lá vou. Sinto-me em casa, não sei explicar. Culpa talvez de quem me deu a conhecer esta bela cidade. Alguém que, e entendam o amor deles pela terra, pediu que lhe chamasse Guimarães. Um amigo não de sempre, mas para sempre. Um parceiro de muitas batalhas. Alguém com quem dividi dias, noites, alegrias, tristezas, conquistas e perdas. Fomos caloiros de Direito, perdidos na Invicta. Conheci-o há quinze anos, quase. Não o via há mais ou menos sete. Porra, como o tempo passa! Foi disso que falámos no sábado, quando voltei a abraçá-lo, a dividir uma mesa de uma esplanada, enquanto brindávamos a uma amizade que não precisa de ser alimentada diariamente, é mais forte que o tempo. O tempo voou, como voava em dois mil e pouco, tal e qual. Relembramos gentes e vivências, partilhamos o presente de cada um e saímos de lá com a certeza de que o sentimento que nos une contínua vivo. Bem vivo!
Em breve vou voltar, a Guimarães e ao Guimarães.









