quarta-feira, 18 de março de 2015

Antologia de Poesia Contemporânea

A Chiado Editora é a mãe desta obra. Eu sou parte dela. Ou melhor, palavras minhas.
Enviei, depois de convidado para tal, um poema para que fosse o mesmo sujeito a apreciação. Foi selecionado, sendo por isso parte integrante deste VI Volume da Antologia de Poesia Contemporânea "Entre o Sono e o Sonho". A obra irá antologiar mais de mil poetas e, como todas as demais, perdurará no tempo.  Sendo certo que não irei usar este convite, pois que Lisboa continua a ser demasiado distante, resta-me lamentar a minha ausência e desejar todo o sucesso à iniciativa.
Quem puder que vá. Quem quiser que compre. Vão gostar, tenho a certeza.

terça-feira, 17 de março de 2015

segunda-feira, 16 de março de 2015

Guimarães

Adoro Guimarães. A cidade e as gentes.
Identifico-me com a maneira de viver dos de lá. Invejo o amor que nutrem pela cidade. Admiro a forma como vivem o clube. Apaixono-me sempre que lá vou. Sinto-me em casa, não sei explicar. Culpa talvez de quem me deu a conhecer esta bela cidade. Alguém que, e entendam o amor deles pela terra, pediu que lhe chamasse Guimarães. Um amigo não de sempre, mas para sempre. Um parceiro de muitas batalhas. Alguém com quem dividi dias, noites, alegrias, tristezas, conquistas e perdas. Fomos caloiros de Direito, perdidos na Invicta. Conheci-o há quinze anos, quase. Não o via há mais ou menos sete. Porra, como o tempo passa! Foi disso que falámos no sábado, quando voltei a abraçá-lo, a dividir uma mesa de uma esplanada, enquanto brindávamos a uma amizade que não precisa de ser alimentada diariamente, é mais forte que o tempo. O tempo voou, como voava em dois mil e pouco, tal e qual. Relembramos gentes e vivências, partilhamos o presente de cada um e saímos de lá com a certeza de que o sentimento que nos une contínua vivo. Bem vivo!
Em breve vou voltar, a Guimarães e ao Guimarães.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Desabafo!

Esta semana a minha vida vai ficar na gaveta. Vou viver ao sabor dos prazos, do calendário e do relógio. Só queria deitar-me, adormecer e acordar sábado. Pronto, já desabafei. Vou indo!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Charlie Hebdo

Gritavam eles que mataram Charlie Hebdo. Não mataram. Mataram gente com família, que tinha como oficio ter humor. Mataram a liberdade de expressão, ou pelo menos deixaram-na assustada e a pensar. Nenhuma das vidas ceifadas tinha culpa da limitação intelectual dos que carregaram armas em nome do Deus deles. Aquele polícia a quem eles levaram a vida como quem bebe um copo de água só queria o dia de amanhã. Só isso!
Vivemos num mundo tão selvático que ter humor é já um ato de coragem.

Pensamento #9


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Nutella

Comprou-se um frasco de Nutella lá para casa. Dos pequenos, porque era só mesmo para ter e pouco se ia usar. Era para ela, eu não ligo muito a doces. Passados poucos dias posso dizer-vos que o frasco parece-me muito pequeno e é meu. Só meu! Ainda hoje de manhã torrei duas fatias de pão integral, porque tem que haver equilíbrio, enchi-as de Nutella e com uma chávena de café quente fui ao céu e voltei. Assim, num ápice!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

2015

Um dia já foi. Este, por sinal, bem tranquilo. Cama, mesa e sofá, como de costume.
Amanhã começo a trabalhar no fim de um projecto já com algum tempo. Vai ser um inicio de ano duro, com muito trabalho, mas com a certeza de que vou conseguir.
Venha de lá esse 2015!