segunda-feira, 15 de junho de 2015

Odjo d'Agua

De Cabo Verde trago muitas coisas. Irei partilhá-las em breve.
Hoje quero ficar só pelo restaurante Odjo D'Agua. Dos mais belos, se não o mais belo que conheci. Digno de um filme de Hollywood, que poderia abrigar mil e uma cenas de amor, de suspense e até mesmo de terror. Ali, sentados de frente para um mar cristalino, viajamos com a mente enquanto o nosso paladar pula de alegria ao abraçar os sabores que ali vivem. Eu escolhi o atum, que foi só o melhor que já comi. É divinal. Quem fôr a Cabo Verde, à Ilha do Sal, tem que ir a Santa Maria ao restaurante, que é também hotel, Odjo d'Agua.
O melhor de tudo é que se come com pouco dinheiro, tendo em conta a qualidade e o cenário. O hotel, pelo que sei, é caro, mas o restaurante não. A minha refeição ficou em vinte euros. Imaginem isto no Algarve, em Lisboa ou no Porto. Quanto pagaríamos?

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Manifestação infantil

A Policia de Segurança Pública aproveitou o Dia Mundial da Criança e criou uma espécie de manifestação infantil, com uns pequenos a fazerem-se de polícias e outros pequenos de manifestantes, estes últimos atiravam bolas de papéis aos primeiros. Foi isto. E o país revoltou-se, porque estávamos a incitar as crianças à violência, porque isto não tem pés nem cabeça, porque as fotografias tinham que ser apagadas, porque o autor da ideia devia ser despedido. Enfim, um espectáculo, dentro do próprio espectáculo, como que a querer dizer que aquela brincadeira, que não passou disso mesmo, vai mudar por completo a vida e o futuro dos intervenientes. Estas crianças vão ser a educação que lhes derem e não aquela tarde infantil. Não arranjem desculpas para possíveis e/ou previsíveis falhas no desenvolvimento delas, eduquem-nas.
Portugal está sensível, tão sensível que irrita. Meu Deus!

segunda-feira, 25 de maio de 2015

quinta-feira, 14 de maio de 2015

O gang da Constança

Gostava de poder dar um abraço ao Jorge. Foi um homem do caralho! Achincalharam-no, bateram-lhe, maltrataram-no e ele nem uma lágrima lhes deu. Foi maior que elas e que eles. Muito maior!
A Constança e o gang, gente a quem publicito a cara, só merecem ter uma vida solitária, infeliz, pequenina e sem objectivos. Que sejam mais uns no meio de tantos, mas sem qualquer importância. É o pior que lhes pode acontecer, porque os estalos passam e quando lhos derem vão criar a ideia de que já pagaram pelo mal que fizeram, o que é errado. Devem pagá-lo toda a vida, porque é esse o tempo que o Jorge vai carregar aqueles treze minutos no peito. Toda a vida!
São pais que não têm tempo, que não batem, que não dizem que não, que criam as Constanças. São pais que se lhes perguntarem onde estão os filhos eles não sabem. Não sabem, nem querem saber!
São estes os tempos modernos, onde vivemos no mundo virtual, onde um "gosto" vale mais que um abraço, onde um "remover amizade" substitui uma conversa presencial.
Infelizmente existem cada vez mais Jorges e Constanças, bem mais que os que são tornados públicos. Estejamos atentos, a intervenção de cada um de nós pode mudar uma vida para sempre.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Messi

Fez do Boateng um pião e disse ao Neuer, com o seu pior pé, quem manda afinal. Tudo com uma simplicidade assustadora. Ontem o argentino pintou mais uma obra de arte, outra que será eternizada nos compêndios do futebol. Chocante!

quinta-feira, 23 de abril de 2015

segunda-feira, 13 de abril de 2015

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Parabéns, blog!

Nove anos de vida! São muitos anos, é muita vida.
Mais de duas mil publicações. Textos, imagens, vídeos e músicas.
Parte da mim está aqui. Muito de mim mesmo.
Este blog faz-me bem e existe graças a vós, por isso o meu obrigado.

terça-feira, 7 de abril de 2015

quinta-feira, 26 de março de 2015

Partilhem, por favor

Aos milhares ou milhões de pessoas que dizem "hadem", um pedido: parem! Essa palavra não existe, nem nunca existiu. A palavra correta é "hão-de". Por exemplo, eles hão-de conseguir. Nunca, mas mesmo nunca, eles hadem conseguir. E, já agora, quem diz hadem como escreve? Hadem ou há-dem? Ler acho que nunca li, não me recordo pelo menos, mas o ouvir é quase diário e a maior parte das vezes dito por pessoas que têm mais que obrigação de saber que essa palavra é um mito.