terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Ai eu gosto tanto! Ai é tão bonito! #3

Quero um gorro assim. Normal, mas mais compridito atrás. Não sei o nome técnico do bicho. Eu chamo-lhe gorro comprido, o que provavelmente está errado, mas é por esse nome que eu grito quando entro nas lojas.
Só sei que não encontro disto em lado nenhum e farto-me de os ver a passear nas cabeças dos outros. Tão estranho quanto real.
Se alguém souber onde posso encontrar um exemplar destes que grite aos ouvidos deste blog.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Sara Aleixo

A Sara Aleixo disse à boca cheia que teve que trabalhar para pagar a casa alugada.
Na volta era eu que tinha que lhe pagar a renda e esqueci-me!

O Castor

Já o tinha há muito tempo, mas outros foram ficando por cima e este foi perdendo a vez.
As opiniões de quem já o tinha visto atrasavam o começo deste filme. Não ouvi grandes elogios.
Ontem dei-lhe prioridade e perdi-lhe o medo. Ainda bem que o fiz. Gostei muito.
Uma história que pode ser de qualquer um de nós. O mundo de hoje, infelizmente, pode mesmo levar-nos à loucura. Ninguém está livre. Ninguém!
Um filme com um pouco de tudo. Vai da lágrima no canto do olho a uma boa gargalhada.
Vale a pena ser visto, sem dúvida.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Meteorologia Negativa

O instituto de meteorologia prevê, para o dia sete de Fevereiro, uma temperatura de noventa e nove graus negativos na cidade de Vila Real. Agasalhem-se, por favor.

Caralho da Silva

Tanta gente que lá trabalha e ninguém deu conta? Pois claro!

sábado, 28 de janeiro de 2012

Regresso ao passado

Ano de 1994. Mês de Setembro. Já depois do dia 22.
Uma criança com 150 centímetros, 44,390 quilogramas, 7 abaixo do ideal, e 11 anos de vida. Informações oficiais de um talão de farmácia.
Era eu. Eu era assim há 17 anos atrás.
É por estas e por outras que guardo tudo e mais alguma coisa.
Estes regressos ao passado não têm preço.

Jorge Rodrigues

Tenho que sentir orgulho. Muito orgulho.
É um amigo com quem vivi muitas coisas. Boas e más. As boas serão para sempre recordadas com um sorriso, as más ficam no silêncio dos pilares da amizade que nos une.
Conheço bem o tamanho da sua vontade, sei de cor os seus objectivos, conheço pormenorizadamente a sua perseverança e não duvido que ele merece cada conquista.
Um abraço daqui para um país que não conheço, por enquanto.

GNR de Armação de Pêra

O posto da GNR de Armação de Pêra é vigiado pela Prosegur. Não vá o diabo tecê-las.
Mais, é proibida a entrada a pessoas estranhas. Para evitar serviço, presumo eu.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Coisas que eu ouço XXII


"Did i say that i need you?
Did i say that i want you?
Oh, if i didn't i'm a fool you see
No one knows this more than me"

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

El Clásico

É impressão minha ou os derbys do país vizinho viraram moda por cá?
Parece um vírus, tal é a intensidade com que se vivem e se discutem estes confrontos.

A verdade é esta

Vivo, com o meu ginásio, uma relação à distância.
A última vez que lá fui, foi num dia que já não me lembro.
Sei que ele está bem e que todos os dias pergunta por mim, mas contacto visual zero.
É um adiar constante que muito me incomoda, mas infelizmente a vida vai muito para além do ginásio.
Valham-me as corridas e as futeboladas, caso contrário eu poderia, em pouco tempo, ganhar um formato arredondado. Penso eu de que.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Eu e o meu obrigado

"É um escritor que respeito imenso. Um escritor que brinca com as palavras e trabalha as emoções de uma forma pouco comum, a ponto de conseguir torná-las palpáveis!
As palavras deixam de ser só uma junção de letras com sentido. Passam a ser uma imagem. Uma forma. Algo que se sente. Algo que se vê. Que se ouve. Que se cheira."

Alguém disse isto sobre mim. É um elogio sem tamanho e demasiado largo para as minhas costas, mas guardo-o no meu peito. Obrigado, de coração.

Dimitri fala sobre O Olho Vivo


O Olho Vivo vai crescendo, com passos lentos, mas seguros, caminha em direcção ao sucesso. Nem Dimitri fica indiferente a esta marca que se encontra em franca expansão no mercado.

Nokia Asha 200

A convivência tem dez dias, mas tem sido saudável.
Os dois cartões funcionam na perfeição. Requisito essencial.
A bateria é jeitosinha, nas minhas mãos dura uns três dias, o que é bom.
É leve como uma pena. Cem gramitas, digo eu.
O teclado qwerty é uma maravilha. Já o admirava e vou continuar a fazê-lo.
De cartões de memória e capacidade interna do telemóvel não posso falar. Não uso.
O som é bom. Ouve e fala-se lindamente. O altifalante/alta voz é fraquinho.
Por noventa e nove euros está mais do que bom.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Coisas que eu ouço XXI

O Olho Com Lente












Pepe e Fiona

São ou não são as coisas mais fofas deste mundo?
Um chihuahua e uma boxer.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Vamos ajudar o Cavaco

Por todos não custa nada e o homem precisa.

Coisas que eu ouço XX

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Velhos são os trapos

Tenho vinte e oito anos e sinto-me um velho. Não no corpo, não na mente. Nos hábitos.
A minha geração e a que vem atrás da minha são assustadoras. Não generalizo, mas comento. Tenho que o fazer.
O por favor, o desculpe, o com licença, o posso, o bom dia, o boa tarde, o boa noite, o obrigado e outros membros da família faleceram nas bocas de muita gente. De forma inconsciente, acredito, mas a inconsciência do acto não iliba ninguém do mesmo.
A educação vai muito para além das palavras atrás referidas, que são só a base. A educação vai, e ainda bem que vai, para além da pronúncia de palavras, a educação são gestos, são atitudes, são formas de estar e de agir.
Se há coisa que me magoa é ver gente nova achar que a gente velha não é mais precisa; é ver gente de pele lisa achar que os de pele enrugada são trapos da sociedade; é ver os recentes acharem-se mais que os antigos.
Os que contribuíram para o bem da nossa juventude não merecem que nós contribuamos para o mal da velhice deles. É importante ter isto presente.

Ando de olho em ti!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Barcelona, ​​una vez más!

Fue, una vez más, un placer venir a tu casa.
Hasta la próxima, José.

Cinco coisinhas, só!

Dá-me a mão que eu com a tua mão na minha sou criança de novo.
Abraça-me que eu no meio dos teus braços deixo de ter medo do mundo.
Beija-me que quando os teus lábios esbarram nos meus eu fico irresponsável.
Toca-me que a tua pele a conversar com a minha faz com que os relógios desapareçam.
Ama-me que quando tu me amas eu sinto-me capaz de conquistar este mundo e o outro.

A máquina

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O Rudolfo e a mãe

Como já devem saber o mal daquela malta que agrediu a miúda, filmou o acto e publicou-o no facebook foram batatas. Penas suspensas. Mas adiante que isto de falar de justiça ou falta dela já enjoa.
Pois bem, o Rudolfo, que era, ao que tudo indica, o cerne da questão, pois foram supostos insultos à mãe dele que motivaram o espancamento já citado, foi condenado a uma pena suspensa. Jurou em tribunal que estava arrependido e que não mais voltaria a ter uma atitude do género. Juras à parte, o jovem só precisou de sair da porta da casa da justiça para voltar a agredir alguém. Desta vez a vítima foi uma jornalista do Correio da Manhã, porém Rudolfo não agiu sozinho, sim, porque filho de peixe sabe nadar e enquanto o menino agredia a jornalista a pontapé, a mãe fazia-o à estalada, isto na presença de cerca de uma dezena de pessoas.
Quando a justiça permite que os criminosos pensem que podem fazer tudo o resultado só pode ser este. É, é!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Coisas que eu ouço XIX

Nos idos de Março

Fui para ele cheio de peito. Falavam maravilhas deste filme.
Sinceramente? Não achei nada de especial. É normal e só isso.
Se eu estou enganado não sei, mas vejam-no e digam-me.

domingo, 15 de janeiro de 2012

SLK Cdi

A Mercedes lançou o SLK a diesel. Só soube hoje e gostei de saber.

LUXE TV

É um canal da tv cabo que mostra aos pobres o que os ricos têm.
Jóias, relógios, carros, barcos, casas, hoteis e outras coisas que tal.
Chega a ser revoltante, mas pelo menos dá para evitar a ignorância total.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Nokia C2-03 e Nokia Asha 200


Nem um mês o tive. Foi mau demais. Não comprem o C2-03, pelo menos para já.
É um modelo novo, é certo, eu tive-o logo que chegou à loja, mas isso não serve de justificação para tanto problema.
A cada passo bloqueava, mensagens muito extensas ele não abria, o ecran de quando em vez ficava todo branco, reiniciava sozinho e um dos cartões sim perdia a rede constantemente. De momento é só do que me lembro e já não me lembro de pouco. Os meus cento e cinquenta euros mereciam bem mais.
Hoje ficou na loja o Nokia C2-03 e veio o Nokia Asha 200. Vamos ver que tal se porta a nova aquisição.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Que frio é este?

Sou eu que ando a ficar muito piegas ou este ano está um frio de morte?
Só estou bem na cama, enrolado em quilos de cobertores; no sofá, em frente à lareira que tem que estar a estoirar; no chuveiro, com a água quase a escaldar; ou no carro, com o ar condicionado a dar tudo o que tem.
No ano passado não foi assim, pois não?

Coisas que eu ouço XVIII


O Enrique convidou o Luís e o "Cuando me enamoro" ficou fantástico.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Ai eu gosto tanto! Ai é tão bonito! #2

Vou comprar uma boina. Ponto final.

Gosto

Nova funcionalidade no blog. O gosto.
No fim de cada texto viverá esta nova opção.
Se gostas clicas, se não gostas desculpa.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Cuida de mim

Cuida de mim que eu sem ti não vivo.
Tenho frio. Não no corpo, mas na alma.
Sinto-me perdido. Não no mundo, mas na vida.
Anda para aqui. Não para mim, mas para nós.
Quero as tuas mãos. Não encostadas, mas entrelaçadas.
Dá-me o teu abraço. Não de cerimónia, mas sentido.
Preciso do teu corpo. Não de uma parte, mas de um todo.
Leva-me contigo. Não na cabeça, mas no coração.
Preciso de ti. Não hoje, mas sempre.
Cuida de mim que eu sem ti não vivo.

Cristiano

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Optimus Kanguru

- Estou a ligar-lhe da Optimus para lhe falar da nova Pen Optimus Kanguru. Já conhece?
- Não, não conheço, mas, e desculpe a sinceridade, não me interessa conhecer.
- Mas porquê?
- Porque não é um serviço que eu use. Tenho internet no trabalho e em casa.
- Mas não tem na rua.
- Pois não, mas na rua também não preciso de ir à internet.
- E se quiser ir?
- Vou em casa ou no trabalho.
- Que internet tem em casa?
- Sapo.
- Mas tem os canais de televisão, o telefone e a internet?
- Não, só a internet.
- Mas também tem que ter telefone Sapo para ter a internet Sapo.
- Então, se tenho que ter, eu tenho.
- Mas sabe se tem?
- Oh senhora, se me está a dizer que tenho que ter, eu tenho, não sou especial de corrida.
- Mas não tem a certeza, é?
- Olhe lá, mas o que é que isso lhe interessa? Eu sei lá se tenho o telefone Sapo, sei que a internet é Sapo, o resto não faço a mínima ideia e, se quer saber, não estou nem preocupado.
- Não sabe se o telefone é Sapo? Mas eu estou a falar com um adulto?
- Se um adulto para si é alguém maior de idade, eu, como tenho vinte e oito anos, posso afirmar que sou adulto; se para si um adulto é aquele que sabe se o telefone que tem em casa é Sapo, então talvez esteja a falar com uma criança.
- (Silêncio) Ah, já sei, e quando vai de férias, não vai à internet?
- Vou, sim senhora.
- Como? Não pode. Não tem internet sem fios.
- Os hotéis têm wireless.
- (Silêncio)
- Olhe, mas esta pen não tem fidelização e oferecemos quinhentos megas para experimentar.
- Agradeço muito, mas não quero.
- Pode deixar de usar quando quiser.
- A sério? Que maravilha!
- Então? Quer aderir?
- Outra vez? A senhora é hoje que está chata ou é sempre assim?
- Oh! E o seu pai não quererá?
- Não.
- Como sabe?
- Perguntei-lhe.
- Quando?
- Hoje de manhã.
- Hoje de manhã? Como é que sabia que eu lhe ia ligar?
- Desconfiava.
- Dê-me o número do seu pai para eu lhe ligar a perguntar se quer o serviço.
- Eu dava-lhe era juízo, se pudesse!
- Está a ficar chateado?
- Eu? Eu não! Até agradeço ter-me ligado.
- Agradece? Porquê?
- Porque estava aqui sem fazer nada e agora estou entretido.
- Então não vai querer, pois não?
- Vou, mas estou aqui a fazer-me de difícil. Claro que não vou querer, já lho disse várias vezes, mas pelos vistos não me estou a fazer entender . Eu vou tentar ser claro. O serviço é maravilhoso, a pen é fantástica, a Optimus é a melhor operadora do mundo, mas eu não quero nada do que me está a oferecer. Fui claro agora?
- Pronto então, obrigado e desculpe o incómodo.
- Ora essa, disponha sempre que queira chatear alguém.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Ai eu gosto tanto! Ai é tão bonito!

Sábado e Domingo

O sábado começou meio reboliço, mas eu pu-lo no sitio.
Dizia-se lá por casa que eu tinha que acordar cedo, antes das nove. Coisa que, num sábado, é proibido. A manhã desse dia faz parte do meu culto, tenho que venerar a cama pelo menos até às treze horas, a partir daí deixo que me acordem.
Umas obras caseiras do lado de fora do meu quarto obrigavam-me a sair cedo da minha cama, isso é verdade, mas não me obrigavam a ficar acordado toda a manhã. A cama dos papás estava livre, a gritar por mim e, o melhor de tudo, estava ainda quente. Lá fui eu, pé ante pé, mas ligeiro, só com meia abertura de olhos que a luz da manhã aborrece-me, direitinho para a suite de luxo. Foi só o tempo de me encostar, já sabem que eu na arte do adormecer sou mestre. Estive por lá, a dormir como um bebé, até que soasse a campainha do almoço.
De tarde dei-me como voluntário, forçado pela minha mãe, para arrumar o que as obras desarrumaram e por lá passei a tarde. Parecia um menino de coro.
Um pouco antes das dezoito horas vesti-me a rigor para que às dezoito estivesse no campo, juntamente com uma dúzia de pessoas a quem chamo amigos, e estivemos por lá a correr que nem tolos atrás de uma bola, a tentar introduzir a mesma nas balizas que por lá moram. Foi bom, rasgadinho como eu gosto.
À noite foi dia de derby, mas, não sei porquê, não quero muito falar nisso.
Terminei a minha noite num cinema caseiro, daqueles que eu tanto gosto. estive a ver "A lista dos ex". Nada de especial, mas com duas horas. Nesse entretanto consegui ingerir quantidades de Fritos, 3D e Doritos que, juntamente com a Coca Cola, me permitiram ficar mal disposto.
Da manhã de domingo nem preciso de vos falar, já sabem que é gémea da de sábado, mas sem mudanças de cama. À tarde fui ao shopping e, juro-vos, parecia Natal. Não aguentei lá muito tempo. Eu detesto confusões e aquilo parecia o Rock in Rio. Procurei bem, mas não vi lá crise nenhuma. Palavra de honra.
A noite que antecede a semana teve direito a organizar a aula de hoje e a meio filme, aquele do Brad Pitt, "Jogada de risco". Estava a adorar, mas o relógio mandou-me embora. Depois vejo o resto.
E pronto, lá se foram o sábado e o domingo. Daqui a uns dias há mais.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Coisas que eu ouço XVII

Jaime Linares


Um amigo. É humilde como poucos que eu conheço e merece tudo de bom. Acreditem.
Partilhamos, há uns aninhos, o mesmo balneário e nos torneios, em terras gaulesas, o mesmo quarto de hotel. Uma jóia de moço e um grande parceiro.
A vida, como é normal, levou-nos para caminhos diferentes e o Jaime ainda hoje corre atrás da bola. Passou pelo Boavista, pelo Olhanense, emigrou para a Argélia e agora está em Angola, a jogar no Progresso do Sambizanga.
O contacto que hoje mantemos é, como é natural, apenas virtual, mas com isto não deixo de lhe querer bem, nem de torcer pelo sucesso dele. Ele sabe disso.
O Jaime foi convocado para a CAN 2012, vai representar a selecção de Angola. Irá, assim, partilhar objectivos com o portista Djalma. Isto é um marco histórico na sua carreira e nem imagino o orgulho que viverá neste momento no peito dele. Se no meu vive algum, imaginem no dele.
Lá vou ter que acompanhar a CAN e torcer por Angola. É mais do que justo.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Uma sensação do caraças!

Hoje. Acordo sobressaltado. Quase quase com uma arritmia cardíaca.
Do meu pensamento salta um palavrão afiado e a certeza de que não ouvi o despertador.
Salto da cama com as sirenes ligadas, o pânico estava instalado naquele quarto que é meu.
Como sempre, e é a primeira coisa que faço ao acordar, pego no telemóvel a ver se há registos. E o que registava ele naquele instante? Registava umas belas seis horas da manhã. O que significava isto? Significava que eu ainda tinha uma hora e trinta de parque pago. Aproveitei de imediato, estacionei o meu corpo bem por baixo daquele aglomerado de roupa de cama. Adormeci no preciso instante que me aconcheguei e deixei a minha cabeça bater no peito da almofada. Dormi aquela hora e trinta que era minha por direito.
Há melhor sensação do que acordar, sair da cama e dar conta que o fizemos de forma precipitada? Duvido, mas duvido mesmo muito. É uma sensação do caraças!!

127 Horas

É o relato de uma história verídica. Algo que foi vivido no ano de 2003 e foi notícia. Lembro-me bem disso, por isso o meu interesse nesta película.
Quando a morte está perto e o único passatempo que temos é rever a nossa vida podemos verificar que as coisas que nada valem quando a vida corre, são as mais importantes quando ela pára.
Este filme/documentário é a prova de que o ser humano é capaz de coisas que nem ele próprio imagina. Vejam-no, vão-se arrepiar.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

A capa do livro

Este é o manto que cobre cento e trinta e duas páginas de palavras que são só minhas.